Finalmente em Amsterdam
Olá pessoas! Nós sabemos que todos estavam esperando por mais posts aqui, mas essa primeira semana foi bem corrida para nós. Então, vamos por partes, primeiro vamos contar o “mico” da chegada no hotel.
A chegada no aeroporto Schiphol, em Amsterdam, foi bem tranquila. Estávamos bastante cansados da viagem, já que o trajeto foi Curitiba->São Paulo->Frankfurt->Amsterdam. Quando estávamos pegando as malas na esteira, escutei uma senhora atrás de mim falando um inglês com sotaque holandês: “Nossa, até parece que você vai ficar aqui um ano com todas essas malas….”. Virei pra ela e disse que ela tinha acertado, pois era mesmo um ano, e depois disso já começamos a conversar com várias pessoas ali, que inclusive nos ajudaram com a bagagem. A primeira impressão foi muito boa, pois eu tinha como referência o tratamento alemão, que pude observar quando estive trabalhando em Bielefeld, em 2004. Em comparação com os alemães, nos pareceram um pouco mais amigáveis, talvez por estarem mais acostumados com os turistas. Mas enfim, saímos dali, pegamos um taxi-van (eram 6 malas no total) e fomos para o hotel, na Kinkerstraat com a Dacostastraat.
Estávamos na frente do hotel, que na verdade era apenas um apartamento comum que reservamos por uma semana. Esperamos alguns minutos até o horário combinado, quando um funcionário do hotel iria nos recepcionar. Então já haviam se passado vinte minutos e nada do sujeito aparecer. Estávamos ali no frio, cheios de bagagem na calçada e começamos a ficar preocupados. Ligamos para o número que havia na porta do apartamento e tivemos a infeliz supresa de descobrir que o nosso celular do Brasil estava bloqueado.
Eu não queria deixar a Érica ali sozinha com a bagagem, para pedir informações. Ela tinha o problema de não ter o inglês fluente para conversar com alguém. Então avistamos uma placa escrita: “Finalmente Brasil”, era uma loja de produtos brasileiros, bem ali próximo ao hotel. Não deu outra, fiquei com as malas e lá foi a Érica, tentar falar com o pessoal do hotel. Com muito esforço, ela conseguiu avisar o pessoal que estávamos esperando ali, e depois de uma hora e meia de espera finalmente chegou uma mulher de bike para abrir a porta.
Depois de aberta a porta, a segunda decepção: nos colocaram no terceiro andar, e obviamente não tinha elevador. Mas tranquilo, pensamos, pelo menos não estamos mais no frio, vamos encarar a escada mesmo. Então fomos apresentados para a escadaria típica holandesa: toda de madeira, quase vertical e com carpê por cima para escorregar. Depois de muito sacrifício levamos todas as malas até o terceiro andar, fechamos a porta e caímos na cama
Algumas fotos da vista do nosso quanto:




