Guedas op de Fietsen

Uma aventura na Holanda

Ikea

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Ikea é uma super-hiper-mega loja sueca presente em 37 países, vendendo de tudo que você imaginar. É fácil de mobiliar uma casa! De móveis a utensílios de cozinha, cortinas de banheiro a luminárias, brinquedos a plantas.  Isso sem falar nos preços! Muito acessíveis para todos os bolsos… É uma alegria!.

Toda vez que vou lá me pergunto por que não temos Ikea no Brasil? Seria um sucesso!  Por aqui chega a ser engraçado, quase todas as casas são mobiliadas, ou possui grande parte dos acessórios by Ikea.

Hoje foi dia de compras no Ikea.  Passei por lá para comprar umas coisinhas e me arrisquei a comprar comida Sueca,  para variar um pouco eles também vendem comida. Segui os conselhos das duas  amigas suecas que trabalham comigo e comprei  almôndegas suecas (Swedish meatballs), que segundo elas são muito melhores que a holandesas….

Para facilitar a minha vida, como tudo que tem por lá, havia um kit de almôndegas, molho de natas , rosti e um molho vermelho que ainda estou na dúvida se é para comer  junto ou se é sobremesa. A cerveja sueca é para a coleção do Ale, também tem cerveja no Ikea 🙂

Depois eu falo se é bom mesmo… Enquanto isso, se quiserem conferir tudo que o Ikea tem:

http://www.ikea.com/pt/

Written by Erica Elisa

abril 14, 2010 at 7:32 pm

Pega ladrão!

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Olá pessoal. Já que esta semana estou de férias aqui na Holanda, fiquei sem desculpa para deixar de atualizar o blog. Então vamos lá, preciso contar um causo que aconteceu conosco por aqui. Como viver no exterior não é só feito de boas experiências, precisamos compartilhar com os outros para que fiquem atentos e possam se prevenir contra situações parecidas.

Quem já veio para a Holanda sabe que um dos animais preferidos dos cabeça-de-queijo são os gatos. Eles estão por toda parte e são ainda mais visíveis em cidades menores, onde podem andar por tudo quanto é lado sem que ninguém os incomode. E por aqui eles realmente trabalham duro, quem duvida pode dar uma espiada aqui nesses ensaios fotográficos do Ronnie, que mostram exatamente o tipo de pilantras que eles têm que enfrentar diariamente.

E é engraçado ver como a nossa cultura no Brasil aceita bem quando alguém dá aquela “enxotada” no bichano, tipo um “sai pra lá” já batendo o pé pra espantar. Uma certa vez, já há alguns anos em um restaurante de Amsterdam, eu fiquei espantado ao ver que enquanto eu comia, um gato subiu na mesa e ficou me encarando. A minha reação foi imediata: levantei a mão e resmunguei para o gato, que não entendeu nada e continuou me olhando. Nessa hora todos no restaurante me olharam com cara feia, o que me obrigou a abaixar o braço e dizer como quem não quer nada: “sai bichinho querido, estou comendo agora, tá?”. Esse tipo de coisa define bem como eles são bem vistos por aqui.

Mas o que aconteceu é que depois de alguns meses morando aqui, nós começamos a receber algumas visitas inesperadas no verão. No início eles vinham meio tímidos pelo telhado e ficavam observando pela janela. Com o tempo foram pegando confiança, até que um dia um deles se aproveitou da porta aberta no terraço e resolveu dar uma conferida mais de perto. Estávamos eu e a Érica sentados no sofá quando vimos um vulto gordo descendo a escada em direção à sala. Ficamos por um segundo aterrorizados pela visão inesperada, quando percebemos que se tratava de um dos peludos, que desceu a escada toda, deu uma cheiradinha no sofá, e saiu sem pressa do jeito que entrou.

À partir daí começamos a achar graça na coisa, tanto que a Érica chegou a comprar um pacote de whiskas para agradá-los de vez em quando. Um belo dia, porém, estávamos no andar de cima e o gordo apareceu. Ficou ali na janela miando e quando abrimos ele entrou, mas estava com um comportamento estranho. Ele que sempre foi arisco, naquele dia estava completamente “sem vergonha” e ficava se esfregando na gente, rosnando, como se fôssemos os humanos mais legais do mundo. A Érica procurou o pacote de whiskas para retribuir, mas não encontrou. Reviramos o cômodo de cabeça para baixo e não encontramos. Havíamos deixado a porta aberta alguns dias anteriores ao episódio, o que indicava que alguém poderia ter entrado lá e saqueado a comida. Acho que nunca saberemos quem foi o ladrão, mas temos um forte candidato:

WANTED

Essa deve ser a razão para se referirem aos ladrões como “gatunos” 😀

Tot Ziens!

Written by gueda

outubro 20, 2009 at 12:47 pm

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Um ano nas Terras Baixas

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Depois de muuuito tempo o Guedas op de Fietsen volta à ativa… Muitas coisas aconteceram desde nosso último post, por isso vou aproveitar este dia de descanso forçado do trabalho para escrever algumas delas:

A primeira, é que estou trabalhando. Depois de chegar aqui falando bem só um good morning e estudando acirradamente durante meses, consegui fazer uma entrevista em inglês e até mesmo ser contratada. Estou  muito feliz com esta conquista, mas não parei por aí não! Em  duas semanas recomeçarei o inglês para poder falar de verdade e sem erros! O Ale também vai continuar os estudos de Holandês, já que até se pode morar aqui sem o holandês na ponta da língua, mas para viver  a coisa muda de contexto.

A segunda é que fizemos alguns passeios bem legais neste período de verão que já se foi… Para todos aqueles que nos amedrontaram dizendo que não existe verão na Holanda, vou contar uma coisa: Na cidade de que viemos o verão é igualzinho, ou seja, eu e o Alexandre estamos mais do que satisfeitos com as temperaturas médias holandesas. Contradizendo todas as pesquisas de satisfação realizadas por aqui. Sim, o clima da holanda agrada, pelo menos, um casal de curitibanos.

Terceira: Como o nome do post já diz… Hoje completamos exatamente um ano aqui na holanda.  Se estamos gostando? Estamos adorando!!!! Eu acho engraçado quando as pessoas me perguntam: Você esta gostando de morar aqui? Resposta: Claro que estou, se não estivesse não estaria aqui. Se vamos voltar? Sim voltaremos, pelo menos em Janeiro próximo para matar todas as saudades que temos do Brasil, como belos brasileiros que somos.

É estranho como só percebemos nossa brasilidade quando estamos muito longe da nossa terra, hoje tenho certeza que sou brasiliera, descendente de algum lugar, que não interessa mais, já que,  muitos anos se passaram desde que nossos antepassados vieram da Europa e que certamente a cultura brasileira encarregou-se por incorporar naquela mistura de tradições, virando uma coisa só, Brasileiros!

Saudades temos muitas, principalmente daquelas pessoas especiais que deixamos lá, mas por outro lado também encontramos muitas pessoas especiais das mais diferentes nacionalidades por aqui. Festas, viagens, passeios, jantares, ou simplesmente tomar uma cerveja sem pressa ainda fazem parte do nosso dia-dia.  Estamos adaptados a esta nova vida. Por quanto tempo não sabemos, mas que seja eterno enquando dure nossa vontade de ficar por aqui…

Written by Erica Elisa

setembro 28, 2009 at 3:38 pm

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Koninginnedag

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No dia 30 de abril se comemora na Holanda o Koninginnedag (dia da rainha). Nesse dia é feriado nacional e a data é o aniversário da rainha Juliana, que é a mãe da atual rainha, Beatrix. Todos vão para a rua vestidos de laranja (cor da família real) e penduram bandeiras e enfeites laranja nas casas. O epicentro da festa é em Amsterdam, que fica completamente lotada nesse dia. Não tínhamos certeza se iríamos lá no meio da muvuca, já que várias pessoas comentavam que não dava nem pra andar direito. Mas resolvemos dar uma passada ao menos para ver como era, e no final valeu à pena. É realmente muito cheio, mas como a cidade inteira está em festa, é só escolher um canto mais tranquilo e ficar observando a holandesada muitcho doida. O clima é muito parecido com o carnaval do Brasil, tem gente bêbada, música alta e tudo mais. Mas nós não vimos nenhuma briga, estava tudo muito tranquilo e todos se respeitavam.

Galera indo para a festa

Galera indo para a festa

Comprando os acessórios

Comprando os acessórios

Rock (coisa rara por aqui)

Rock (coisa rara por aqui)

Barcos laranja

Barcos laranja

Como nesse dia é permitido vender de tudo na rua, é possível achar muita coisa estranha por lá. Tinha blusa do Bob Esponja (tem um amigo nosso aqui que iria adorar), cabeleireiro ao ar livre, gente que abria a garagem pra se livrar dos entulhos, e pela primeira vez aqui vimos churrasquinho de gato pra vender! Pra quem já está sem ver carne boa há mais de 6 meses, o cheiro foi matador quando passamos.

Quando fomos para lá de trem conversamos com um piá meio holandês, meio surinamês, que já estava pra lá de bagdá, fazendo bagunça com os amigos de Beverwijk. Ele nos disse para irmos na Rembrandtplein, que lá iriam ter alguns shows e tal. Quando descemos da estação, fomos seguindo a multidão que estava indo pra lá também, mas estavam todos num ritmo muito holandês, a dois por hora. Foi então que decidimos pegar carona com um grupo de Hare Krishnas, que foram abrindo caminho no meio da muvuca.

Bob Esponja

Bob Esponja

Churrasquinho de gato

Churrasquinho de gato

Hare Krishnas

Hare Krishnas

The Simpsons band

The Simpsons band

Pegamos carona com eles até sairmos do Grachtengordel (o anel de canais perto do centro) e atravessamos o Jordaan. Um amigo nosso então nos mandou uma msg e fomos até lá para fazermos uma concentração antes de sairmos. Como ele mora num barco, podemos ficar pegando um sol (coisa rara aqui) e dando comida pros patos de estimação dele. Saindo de lá, era só música eletrônica pra tudo quanto é lado. Nós que somos mais para um rock ficamos um pouco deslocados, mas depois de algumas heinekens quentes até que não tava tão ruim ! 🙂

Afonso e Margarida

Afonso e Margarida

Weteringlaan

Weteringlaan

Barco laranja

Barco laranja

Weteringlaan

Weteringlaan

E fica a dica para quem quiser vir para Amsterdam nessa época, é uma experiência muito interessante (e engraçada).

Tot de volgende post!
Dag.

Written by gueda

maio 1, 2009 at 3:12 pm

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Bavária

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Finalmente um  novo post no Guedas op de Fietsen depois de muito tempo. Primeiramente vou explicar o motivo da brusca queda no número de posts…Se vocês perceberem eu Érica, sou a escritora mais ativa aqui do blog e últimamente estou me dedicando arduamente aos estudos, seis meses já se passaram aqui na Holanda e apenas agora posso afirmar que estou falando inglês, obviamente que ainda não sou fluente, mas já dá para o gasto, até estou me atrevendo a mandar uns currículos . Agora é pensamento positivo e estudar mais e mais para melhorar mais e mais.

Tanto tempo se passou que até fiquei mais velha no último dia 17 e para comemorar em grandíssimo estilo fomos finalmente viajar para fora dos limites holandeses. Não mencionei anteriormente, mas meu visto chegou. Pois bem, nosso primeiro destino não poderia ser outro do que a  casa dos nossos amigos Bruno e Priscila, já citados aqui no blog anteriormente. Para viagem compramos passagens de trem, já que queríamos ver a mudança da paisagem e as cidadezinhas pelo meio do caminho,  porém confesso que me decepcionei com a paisagem Amsterdam-Frankfurt, mas a volta por Köln foi incomparavelmente mais bonita.

Próximo do Neuschwanstein

Nosso roteiro foi:
Dois dias esquiando em Winklmoos.
Um dia em Salzburg.
Um dia para visitar os Schloss Herrenchiemsee e Neuschwanstein.
Um dia em Nürnberg.
Um dia em München.

A viagem foi maravilhosa, todos os dias foram perfeitos, lindos e sem chuva, o que aqui na Europa é quase um milagre.  Na  sequencia pretendo escrever um post para cada destino que visitamos, pois cada um deles merece um post exclusivo e para este primeiro não terminar aqui vou falar de uma coisa desta viagem que jamais me esquecerei; a comida.

Sinceramente, não sei como eu e o Ale não engordamos ums 5 kilos cada um, pois comemos comida típica todos os dias, com exceção de apenas duas refeições. Era comida alemã do café da manhã ao jantar, hum delícia! Só de escrever este post já está me dando água na boca hahaha!

Não sei se é pela nossa descendência alemã, apesar de quase ninguém acreditar pela ausência de olhos azuis e madeixas loiras, mas nós nos acabamos de tanto comer Schweinshaxn , Schnitzel, knödel, Kartoffelsalat, Sauerkraut, Wurst, Pretzel, Leberkäs e mais alguns que não lembro nome. Só não me peçam para traduzir todos estes nomes, pois só sei que comi todos e não me arrependi.

Obviamente que para acompanhar toda esta comilança, bebemos muuuita cerveja. Uma melhor que a outra! Mas o que mais me impressionou foi como os alemães bebem cerveja. Nos restaurantes, praças de alimentação, lanchonetes, todo mundo bebe cerveja. Em um momento eu até procurei se tinha alguém tomando um suco ou um refrigerante, até mesmo uma água… Mas não achei, lá todos tomam cerveja. E não é um copinho de 300 ml, muitas vezes são canecos de um litro ou no mínimo 500 ml, porque cerveja pouca  é besteira.

Claro que eu não deixaria passar a oportunidade de relembrar  depois  todas aquelas maravilhas da gastronomia alemã  e para não me arrepender dei uma passada no mercado, fiz nosso estoque e pedi uma mala extra emprestada ao Bruno, voltamos para Holanda com alguns litros na bagagem, o difícil foi carregar, mas tenho certeza que valeu a pena. Não menosprezando as cervejas Belgas e Holandesas, mas é que as alemãs quase não são vendidas por aqui. Mas sem comparações, elas fazem parte uma categoria diferente de cervejas, igualmente boas!

Já atualizamos o flickr com as fotos da viagem.

Até o próximo prost…Ops post.

Written by Erica Elisa

março 26, 2009 at 1:03 pm

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De Bekeerde Suster

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“Goeden avond” caros leitores do Guedas op de Fietsen. Vocês devem estar achando estranho um post novo depois de tanto tempo (pois é, já faz mais de um mês desde o último sobre Maastricht). Bom, resolvi tirar as teias de aranha do blog e continuar nossa empreitada holandesa sobre os cafés de Amsterdam. Há algum tempo iniciamos um tour pelos cinco “bier” cafés recomendados pelo Lonely Planet: ‘t Arendsnest, In de Wilderman, De Bekeerde Suster, Gollen e Browerij ‘t IJ. Os dois primeiros nós já conhecemos nesse post e nesse outro aqui. Dessa vez fomos ao De Bekeerde Suster, um café muito bacana que fica bem próximo ao Nieuwe Markt. Indo pela Dam Square, fica logo depois do famoso Red Light District.

Ao contrário da maioria dos lugares aqui, esse café tem um amplo espaço interno. O atendimento também é muito bom, foi um dos poucos lugares em que o garçom vinha até a mesa perguntando se queríamos algo. Geralmente aqui você precisa se esforçar um pouco para conseguir chamar o garçom, isso quando não tem que ir ao balcão fazer o pedido.

A única coisa que na minha opinião deixou um pouco a desejar foram as opções de cerveja. No tap (chopp) haviam umas 5, mais algumas de fabricação própria. É claro que já estava bom demais, mas como o cardápio do último que nós fomos (In de Wildeman) era bem mais completo, ficamos mal acostumados. Outra coisa estranha foi ver Heineken no cardápio, parecia uma “Nova Skin” perdida ali no meio. Mas críticas à parte, posso recomendar duas cervejas:

La Chouffe Blond: umas das opções no tap, é uma “ale” de cor dourada da Wallonia com sabor seco mas um pouco frutado.

la_chouffe

Delirium Tremens: essa já foi até eleita a melhor cerveja do mundo, em 1998. É uma “pale ale” forte com graduação de 9%, mas com um sabor agradável e bem característico.

del-tremens

Algumas fotos do lugar:

Proost! Até o próximo.

Written by gueda

março 2, 2009 at 10:32 pm

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Maastricht

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Maastricht foi o nosso destino neste final de semana, finalmente conhecemos esta linda cidade que há muito  tempo  queríamos conhecer. Posso dizer sinceramente que Maastricht nos reservou belissímas surpresas e que a cidade se mostrou muito mais interesante do que aparentava ser nos sites de turismo. Quando chegamos não fazíamos a mínima idéia que a cidade estava em festa. Saindo da estação central percebemos algo estranho, já que vimos muitas pessoas fantasiadas se aglomerando em diferentes blocos ,  tocando as mais variadas marchinhas, mas não marchinhas parecidas com aquelas de carnaval que conhecemos, mas algo muito mais parecido com marchinhas “alemãs-belgas-holandesadas”.

Carnaval em Maastricht

Descobrimos que a região sul da Holanda possui uma característica muito especial, pois tivemos nítida impressão que estavamos em outro país, mas não sabíamos exatamente se era a Alemanha, Bélgica ou a Holanda mesmo. Pois bem, esta região é muito parecida nos três países  e este carnaval por exemplo é comemorado em toda esta região de fronteira. Ele começa nos quatro finais de semana que antecedem o carnaval, daí o povo todo se encontra em frente de algum bar ou algo parecido, com suas fantasias, cantando e dançando, mas nem de longe, de muito longe mesmo este carnaval lembra o  carnaval brasileiro. A cidade estava toda em festa, passeando pelas ruas podíamos ouvir a música vindo de todos os cantos, tanto dos blocos como dos bares que estavam em festa também. Outra coisa interessante que descobrimos é que vermelho, amarelo e verde não são só as cores da Jamaica, mas também são as cores da bandeira da cidade de Maastricht, durante o período de carnaval. E pelo que percebemos a cidade é toda decorada com estas cores nesta época do ano. Para quem quiser saber um pouco mais sobre esta tradição holandesa que não se limita a tamancos e moinhos, neste site aqui tem uma entrevista bem explicativa sobre o assunto.

Mesmo sem carnaval Maastricht  tem uma atmosfera muito amigável e descontraída tornando-a única e bem diferente entre as cidades holandesas que conhecemos, mas não ficamos a viagem inteira “pulando o carnaval”, tiramos muitas fotos e comemos maravilhosamente bem um uma churrascaria, mas assim como o carnaval, sem comparações…

Tot ziens

Written by Erica Elisa

janeiro 30, 2009 at 8:16 am

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